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Notícias

03/03/2017
Chocolate Surpresa está de volta em Ovo de Páscoa da Nestlé
A Nestlé traz de volta um dos chocolates que fez grande sucesso nas décadas de 1980 e 1990: Surpresa. O chocolate, que deixou de ser fabricado há mais de 15 anos, volta em forma de Ovo de Páscoa. O novo Ovo de Páscoa Surpresa foi anunciado pela Nestlé trará uma das coleções mais famosas do chocolate: Dinossauros. Cada ovo tem 150 gramas de chocolate e traz um álbum e 10 cards com informações sobre os dinossauros. No total são três grupos diferentes de cards para colecionar.Fonte: EmbalagemMarca
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26/01/2017
A Pif Paf Alimentos lança uma novidade
A Pif Paf Alimentos acaba de lançar uma novidade que amplia ainda mais a família Ladelli. Já chegou ao mercado mineiro o requeijão cremoso, nas versões tradicional e light. Além de todo sabor e da textura lisa e brilhante, o produto oferece outro diferencial: não contém amido, o que lhe confere um padrão de qualidade superior e o deixa ainda mais gostoso.O requeijão é um produto tradicional na mesa dos brasileiros, fabricado a partir de uma massa obtida de leite pasteurizado, submetido à alta temperatura, acrescida de manteiga. Sua consistência e delicioso sabor de queijo combinam com todas as refeições, desde o café da manhã - acompanhado de torradas, pães e biscoitos - até lanches e outras receitas mais elaboradas.O Requeijão Cremoso da Pif Paf está disponível em embalagem de 200 gramas, em toda a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), Região Central e Zona da Mata de Minas Gerais. Em breve, será comercializado em todo o estado mineiro. O produto também pode ser adquirido pelo site, no endereço www.comprepifpaf.com.br.Sobre a Pif Paf AlimentosCom sede corporativa em Belo Horizonte (MG), a empresa possui 10 unidades industriais e sete unidades produtivas, gerando mais 20 mil toneladas de produtos acabados por mês, entre cortes e industrializados de aves e suínos, massas e vegetais. São 11 centros de distribuição, 400 veículos de distribuição agregados e cerca de 200 mil entregas por mês. Ao todo, a companhia promove o abate de 74 milhões de aves e 554 mil de suínos por ano.A Pif Paf Alimentos é a maior empresa da Região Sudeste e a 7ª do país no setor de aves e suínos, de acordo com o 12º Anuário Melhores do Agronegócio 2016 - Globo Rural, da Editora Globo. Seu mix contempla mais de 300 itens, entre eles elaborados de carnes, pizzas, lasanhas, pães de queijo, pescados, vegetais, embutidos e salgadinhos. Além de comercializar os produtos no Brasil, a companhia está presente em mais de 15 países, como Japão, Hong Kong, Cingapura, Rússia, Angola, Cuba, Vietnã, entre outros. As matérias-primas para as indústrias são produzidas pelos matrizeiros, incubatórios e fábricas de rações próprias. As unidades estão instaladas no interior de Minas Gerais, em Visconde do Rio Branco, Viçosa, Leopoldina, Patrocínio, Pará de Minas, Pitangui, São José da Varginha, Paula Cândido, Igaratinga. Em Goiás, a Pif Paf está presente em Palmeiras de Goiás e Paraúna. Os centros de distribuição estão localizados em Contagem e Araguari (MG), Jandira (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Vila Velha (ES). Há 48 anos no mercado, a empresa hoje conta com mais de 7,5 mil empregados diretos e 80 mil clientes. CertificaçõesA Pif Paf Alimentos é certificada pela ISO 9001:2008, possui Sistema de Gestão da Qualidade, além de ser certificada pela Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), garantindo o desenvolvimento de estratégias e melhorias contínuas da qualidade dos produtos.Fonte: GuiaLat
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16/01/2017
Dona da Maguary oferece R$ 218 milhões por brasileira Bela Ischia
Aquisição deve expandir a atuação do grupo britânico no Brasil em estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais. O grupo britânico Britvic fez oferta de R$ 218 milhões para comprar a fabricante brasileira de sucos Bela Ischia Alimentos, em estratégia para expandir sua presença no maior mercado mundial de sucos concentrados. A oferta veio depois que a empresa comprou em 2015 a Empresa Brasileira de Bebidas e Alimentos (ebba), detentora da tradicional marca de sucos Maguary, por R$ 580 milhões de reais.Segundo comunicado da Britvic divulgado nesta terça-feira (03), a aquisição da Bela Ischia vai expandir a atuação do grupo britânico no Brasil em áreas como Rio de Janeiro e Minas Gerais, complementando a presença que havia obtido com a compra da ebba em São Paulo e no Nordeste.A proposta foi anunciada depois que a fabricante de sucos Natural One, do empresário Ricardo Ermírio de Moraes, acertou a venda de participação minoritária para a Gávea Investimentos, depois que negociações com interessados como a própria Britvic não foram bem sucedidas, informaram fontes à Reuters na segunda-feira.Nos últimos 12 meses, a Bela Ischia teve faturamento de R$ 160 milhões e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de cerca de R$ 18,5 milhões. Enquanto isso, o faturamento da ebba somou R$ 471 milhões em 2016, crescimento proforma de 18,6%, segundo a Britvic.A expectativa do grupo britânico é que a conclusão da aquisição da Bela Ischia ocorra no final de março, após processo de auditoria e análise dos números da empresa brasileira.Fonte:G1
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01/12/2016
Leite Condensado Piracanjuba Zero Lactose
A Piracanjuba acaba de conquistar mais uma importante premiação. Agora foi a vez do Leite Condensado Piracanjuba Zero Lactose ser eleito o Lançamento do Ano 2016, na categoria "laticínios", pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A entrega do troféu foi realizada hoje, 30 de novembro, durante um café da manhã, em São Paulo (SP)."Ficamos lisonjeados com todas as premiações que recebemos. Entretanto, essa é ainda mais relevante, uma vez que retrata a escolha dos próprios supermercadistas. Fomos pioneiros ao lançar o primeiro Leite UHT Zero Lactose no mercado brasileiro, o que muito nos orgulha. A partir daí, a expansão da linha foi um pedido dos próprios consumidores. O mercado reconhece e admira a visão inovadora da marca", afirma a Gerente de Marketing da Piracanjuba, Lisiane Guimarães.MetodologiaPromovida pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em parceria com a empresa GfK, a premiação é resultado de pesquisa feita com supermercadistas, entre proprietários e executivos, que avaliaram produtos de diferentes categorias. Na primeira etapa, foram analisados os produtos lançados em 2015, através de consultas a revistas do trade, mídias de massa e internet. Já na segunda fase, foi feita a triagem e classificação dos produtos inscritos pela indústria. Foram entrevistados gerentes e diretores de 320 lojas, levando em conta os seguintes quesitos: novidade; boa venda; se agrega benefício aos clientes; inovação, praticidade; qualidade e confiabilidade.Terminada as análises, a Gfk forneceu a Abras uma lista com todos os produtos pesquisados, divididos por categorias, com a devida colocação por pontuação, além dos motivos mais citados para a escolha de cada um, em percentual (%). Com todo o processo finalizado, chegaram-se a três finalistas, que passaram por uma bancada da diretoria da Abras.Todos os premiados receberão o selo Lançamento do Ano, que poderá ser utilizado em embalagens, anúncios, divulgação de produto, entre outros.Sobre a PiracanjubaA marca Piracanjuba, pertencente ao Laticínios Bela Vista, completou 60 anos em 2015 e é nacionalmente reconhecida pelas inúmeras inovações no segmento lácteo, proporcionando mais qualidade e praticidade aos seus consumidores. Está entre as 20 marcas mais presentes nos lares de todo o país e é pioneira no mercado por lançar produtos nutritivos, como bebida láctea com cereais, produtos lácteos para pessoas com intolerância à lactose e queijos em porções individuais.Sobre o Laticínios Bela VistaO Laticínios Bela Vista possui um portfólio com mais de 100 produtos, distribuídos nas marcas Piracanjuba, Pirakids, LeitBom e Chocobom, comercializados em todas as regiões do Brasil. Com faturamento de mais de R$ 2 bi e capacidade de processamento de 5 milhões de litros de leite por dia, gera mais de 2 mil empregos diretos e possui três unidades fabris, localizadas em Bela Vista de Goiás (GO), Maravilha (SC) e Governador Valadares (MG). A empresa é uma das cinco maiores indústrias de laticínios do Brasil e vem recebendo importantes reconhecimentos nacionais e internacionais relacionados à marca Piracanjuba, aos produtos e à gestão, fundamentada em valores sólidos, como ética, valorização das pessoas e responsabilidade socioambiental.Fonte: Assessoria de imprensaGuialat
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10/11/2016
Ducoco lança leite de coco pronto para beber
Mais uma novidade da Ducoco está movimentando o mercado, o Leite Ducoco pronto para beber. Um leite vegetal naturalmente sem lactose, feito somente com ingredientes naturais. O lançamento é o primeiro do segmento no Brasil, nos sabores original de coco e chocolate. O objetivo é atender os consumidores que buscam alternativa saudável e natural ao leite de vaca, sem abrir mão do sabor.Para apresentar o novo produto a marca lança esta semana uma campanha digital com a atriz e formadora de opinião Karina Bacchi. "Ela é uma referência de vida saudável, já sabíamos que ela é uma fã assumida de coco, especialmente água de coco, e então descobrimos que ela também não toma leite de vaca e sempre buscou alternativas a ele: bingo, entregamos a ela uma alternativa saudável e saborosa ao mesmo tempo", afirma Gilberto Sampaio, diretor de marketing da Ducoco. "A Karina é uma consumidora natural do Leite Ducoco pronto para beber, então o conteúdo foi pensado a partir dela: gravamos na casa dela, usamos os ingredientes dela, fizemos as combinações que ela gosta", complementa.A campanha é composta por três filmes que mostram o consumo do Leite Ducoco no café da manhã e destacam os principais atributos do novo produto - saboroso, naturalmente zero lactose, feito somente com ingredientes naturais - , além de convidar o consumidor a experimentar do jeito que quiser. Sobre a escolha das plataformas, Instagram e Facebook, a Ducoco tem focado no digital desde 2015 e, além disso, é onde estão os potenciais consumidores do Leite Ducoco, que conversam sobre alimentação e estilo de vida saudável. A campanha foi criada pela Espalhe MSLGROUP.Fonte:GuiaLat
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27/10/2016
Novo Cup Noodles
A Nissin Foods do Brasil relançando a linha Cup Noodles composta por seis sabores: Galinha Caipira, Carne, Costela com Molho de Churrasco, Frango com Requeijão, Legumes, e o novo sabor Tomate. A embalagem teve o visual renovado e ficou mais prática: térmica, não esquenta as mãos, e pode ir ao micro-ondas. As receitas das versões Galinha Caipira e Carne ganharam um novo ingrediente: flocos de ovos em sua composição. O sabor Legumes ganhou flocos de brócolis, que são combinados com milho, cenoura e cebolinha. Já o novo sabor Tomate tem flocos de milho, cebolinha, brócolis e tomate. "Esse é o grande lançamento da Nissin em 2016. Estamos apostando em levar mais valor e comodidade para o consumidor, fortalecendo a categoria de macarrão instantâneo em copo. Com um produto mais prático e saboroso, queremos mudar o hábito do brasileiro, que já adora o lámen em pacote, para consumir também o Cup Noodles" - afirma Yukio Kidokoro, diretor de Marketing da Nissin Foods do Brasil.Fonte: EmbalagemMarca
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20/10/2016
Tirolez lança novas caixas para queijos
A Tirolez lança caixas menores de embarque para os queijos tipo gorgonzola e parmesão já fracionados de fábrica. As caixas de Gorgonzola Fracionado têm 16 unidades de aproximadamente 200 gramas e as de Parmesão Fracionado contêm 14 peças de aproximadamente 266 gramas cada. Assim, a marca cria uma alternativa à caixa de embarque tradicional, que continuará a ser oferecida com 32 unidades por caixa de Gorgonzola Fracionado e 24 de Parmesão Fracionado.Segundo a Tirolez, entre as vantagens das novas apresentações está o menor desembolso para o varejista, que pode racionalizar seus pedidos e trazer mais diversidade de produtos em suas lojas. "Gorgonzola e Parmesão são queijos nobres e a caixa em tamanho reduzido tem um custo mais baixo. Comércios de pequeno porte ou de menor rotatividade terão um incentivo para oferecer esses produtos diferenciados em suas gôndolas", diz Luiza Hegg, coordenadora de marketing da empresa.Fonte: Embalagem Marca
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10/10/2016
As novas embalagens da Junior
A Junior, empresa do Grupo Kerry, traz ao mercado uma linha de frascos para os molhos ketchup, mostarda, maionese e barbecue. São duas opções de tamanho: 190 gramas e 380 gramas. De acordo com a marca, a formula dos produtos é idêntica aos molhos em sachê, porém, com a proposta de uma embalagem mais moderna e prática para ser usada nas mesas de restaurantes e lanchonetes."O frasco moderno facilita a aplicação do produto de maneira natural e sem perdas. A tampa possui válvula de silicone que evita o escorrimento do produto e consequentemente o desperdício de produto", destaca a Junior, em nota.Os frascos produzidos pela PremiumPlastic são decorados com rótulos autoadesivos fornecidos pela Indemetal. As tampas e válvulas são fabricadas pela Aptar.Fonte: Embalagem Marca
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04/10/2016
Produção de leite
Produção de leite cresce, mas país está distante dos líderes no setorA produção nacional de leite atingiu 35 bilhões de litros no ano passado, um volume bem acima dos 24 bilhões de há dez anos. Nesse mesmo período, a produção média por vaca subiu para 1.609 litros por ano, ante 1.195 em 2005.São números do IBGE e parecem animadores quando se olha para a evolução percentual da produção: 46% mais. Esses números estão, no entanto, bem distantes dos de outros países produtores. A média mundial de produção por vaca é de 3.527 litros por ano, segundo o Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Alguns países --como os Estados Unidos-- chegam a ter média de 10,4 mil litros por vaca. Em alguns Estados brasileiros, como o Rio Grande do Sul, a produtividade é bem melhor e atinge 3.073 litros por ano por vaca. Só agora a pecuária leiteira começa a se estruturar. O potencial é grande, mas, graças à letargia dos anos anteriores, o país ainda é importador de leite. Essa organização do setor passa, inclusive, por mudanças de importância das regiões produtoras. O Sul desbancou o Sudeste desde 2014 e lidera com uma participação de 35% da produção nacional. Na região Sul, o Paraná assume a liderança, deixando para trás o Rio Grande do Sul. Duas das principais cidades produtoras de leite do país são paranaenses: Castro e Carambeí. A primeira, líder, produz 240 milhões de litros por ano, segundo o IBGE. Wagner Hiroshi Yanaguizawa, pesquisador do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) diz que o melhor desempenho da região Sul se deve às raças mais produtivas e ao clima mais favorável. Acima de São Paulo, o gado passa por um estresse térmico, segundo ele. Nos últimos 30 anos, os Estados do Sudeste saíram de uma produção anual de 6 bilhões de litros de leite para 12 bilhões. Já os do Sul evoluíram de 2,5 bilhões para 12,5 bilhões no mesmo período. Na avaliação do pesquisador, falta modernidade ao campo. Grande parte dos produtores de leite não tem um controle de custos. Operam, inclusive, com um baixo nível técnico. A evolução na cadeia ocorre a passos lentos, e a ausência de um planejamento deve levar a uma maior concentração, tanto da produção como na industrialização nesse setor. Sem controle de custos, esses produtores terão, no médio e longo prazos, seus ativos depreciados. Sem renda, vão abater matrizes, complicando ainda mais o seu desempenho, segundo o pesquisador do Cepea. A expectativa é que o produtor faça essa transição do sistema atual para uma produção mais comercial para conseguir sobrevivência. O pesquisador cita o exemplo de 2015, quando os produtores tiveram uma forte pressão dos custos, vindos de energia elétrica, combustíveis e da alimentação do gado. Com isso, tiveram as menores receitas dos últimos cinco anos, devido à crise econômica, mas com custos crescentes. O impacto dessa situação adversa de 2015 continua em 2016, quando a produção deverá ser menor do que os 35 bilhões de litros apontados pelo IBGE para o ano passado, segundo Yanaguizawa. (Folha de SP).Fonte: SindilatGuialat
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30/09/2016
STJ determina que rótulos avisem sobre variação nutricional
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exija dos fabricantes de alimentos a inclusão de advertência de que os valores nutricionais informados nos rótulos dos produtos podem variar em até 20%, para mais ou para menos.A decisão foi tomada esta semana pela Segunda Turma do STJ a partir de ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF). Após apurar irregularidades na rotulagem de produtos light e diet, o MPF ajuizou ação para que a Anvisa, que tem a prerrogativa de normatizar e fiscalizar os produtos alimentícios, exigisse essa advertência nos rótulos.O ministro do STF Herman Benjamin, relator do caso no tribunal, considerou que o consumidor tem o direito de ser informado no rótulo dos produtos alimentícios da existência dessa variação nos valores nutricionais, "principalmente porque existe norma da Anvisa permitindo essa tolerância".Normas da Anvisa determinam a informação nutricional e a rotulagem de alimentos, autorizando a tolerância de até 20% a mais ou a menos nos valores de nutrientes declarados no rótulo.O ministro relator ainda ressaltou que o direito à informação é assegurado pela Constituição Federal e que os rótulos são mudados com muita frequência, o que significa que a alteração não representará grande dificuldade para os fabricantes.Procurada pela Agência Brasil, a Anvisa disse que não foi intimada a respeito da decisão. "A Agência está estudando as possibilidades recursais para o caso", informou, em nota.Exame.com
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27/09/2016
Phibro Saúde Animal lança campanha
Phibro Saúde Animal realiza Road-Show no interior de Minas Gerais, para lançar a campanha Mais Saúde no Verão para vacas leiteirasProdutores e técnicos de Bom Despacho e Patrocínio receberão nos dias 27 e 28 de setembro de 2016, respectivamente, palestras com foco nas estratégias nutricionais para manter as vacas leiteiras saudáveis e produtivas nos períodos mais quentes do ano.Dieta aniônica: o que é, quando, como e porque usar, os impactos do estresse térmico na eficiência produtiva e reprodutiva das vacas leiteiras e tecnologias comprovadas em nutrição para melhorar a saúde dos animais e auxiliar no controle do estresse térmico. Estes são alguns temas a serem apresentados no Road-Show da Phibro Saúde Animal, nos dias 27 e 28 de setembro de 2016, das 18h às 22h, em Bom Despacho e Patrocínio (MG). Os eventos contarão com palestras de José Luiz Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu-SP, André Ostrensky, professor da PUC de Curitiba-PR e Lucas Barbosa, gerente técnico de bovinos de leite da Phibro.Preocupada com a nutrição, saúde e produtividade das vacas leiteiras, a Phibro Saúde Animal aproveitará os eventos para apresentar aos produtores de leite o Animate®, um suplemento mineral aniônico altamente palatável com formulação exclusiva, que proporciona o perfeito balanceamento cátion-aniônico negativo da dieta, otimizando o metabolismo do cálcio, reduzindo assim os riscos de hipocalcemia e seus impactos negativos nas vacas leiteiras; e o OmniGen-AF®, fórmula avançada para compor a alimentação diária das vacas leiteiras, permitindo que mantenham nutrição adequada e, consequentemente, apresentem maior produtividade e saúde, ajudando a reduzir o estresse térmico. Vacas com temperatura corporal ideal comem mais e produzem mais leite."A nutrição impacta diretamente a saúde e o bem-estar animal. Fazendas que mantêm rebanhos saudáveis são mais rentáveis, alcançam melhores resultados na reprodução, têm menores índices de doenças metabólicas e infecciosas, menos descarte de animais e maior produção de leite", ressalta Newton Teodoro, gerente de bovinos da Phibro Saúde Animal.Fonte: SegsGuialat
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22/09/2016
Bauducco Lança Panetone com Ovomaltine
A Bauducco anuncia o lançamento do Chocottone Ovomaltine 550g, em preparação para o Natal. O produto é um panetone com gotas de chocolate, agora com recheio de Ovomaltine. Pensado para o público jovem, que busca proximidade com as marcas e quer mostrar sua criatividade, o Chocottone Ovomaltine também traz inovação na forma de comer. "Os flocos crocantes vêm em um sachê independente e cada um pode escolher a maneira que mais gosta, seja colocando Ovomaltine na cobertura ou direto na massa, os consumidores vão poder criar isso livremente, como mais os agrade", afirma Tatiana Gracia, gerente de marketing da Bauducco. O preço sugerido é de R$ 21,60.Giro NewsDatamark
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19/09/2016
Plury Química anuncia nova parceria
Plury Química anuncia parceria exclusiva com a japonesa FusoChemical na Food ingredients South America 2016São Paulo, agosto de 2016 - Há 27 anos importando e distribuindo aditivos, ingredientes e outros produtos químicos para todo mercado de alimentos e bebidas, a Plury Química anuncia durante a Food ingredients South America 2016 uma parceria com a japonesa Fuso Chemical para trazer ao Brasil uma linha de ácido málico e ácido fumárico. A iniciativa visa atender a demanda do mercado brasileiro por soluções econômicas e inovadoras. "A parceria nasceu de um interesse da Fuso em expandir na América Latina, e de nossa busca por produtos de alta qualidade a preços competitivos", afirma João Paulo de Castro Pinho, diretor da Plury Química.Prestes a completar 60 anos, a Fuso Chemical está listada na Bolsa de Tóquio e conta com unidades na China, Tailândia e Japão. O ácido málico comercializado pela empresa é um ácido orgânico, encontrado naturalmente em frutas como a maçã e a pêra, e é utilizado pela indústria alimentícia na composição de geléias, bebidas e sorvetes, dentre outros. Já o ácido fumárico é utilizado como agente flavorizante e de ação antioxidante para dar sabor a sobremesas.A Plury Química também vai apresentar na FiSA uma linha própria de antiespumantes para alimentos. Trata-se de uma emulsão à base de silicone que previne formação de espuma em processos alimentícios, eficiente em baixas concentrações de uso. "Já tínhamos esse produto em nossa linha em parceria com outro fabricante, mas decidimos criar nossa própria formulação", afirma Pinho.A empresa está buscando customizar suas ações para identificar demandas individuais dos clientes. "Aumentamos o time e nossa frequência de visitas, estamos intensificando nossas relações, e percebemos que o mercado está muito receptivo a mudanças e ávido por novidades", revela Pinho. A participação da empresa na FiSA 2016 faz parte dessa estratégia de fidelizar clientes e estar atento às novas necessidades do setor. "Acabou a regra de que não se mexe em time que está ganhando. O mercado está bem receptivo para soluções com funcionalidade similares a custos mais competitivos, que garantam a qualidade e desempenho similar dos produtos."Fi NewsClique aqui para ver a matéria
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16/09/2016
Produção de chocolates
Produção de Chocolates Cresce no 1º SemestreApós períodos de queda, as indústrias de chocolate apresentaram um desempenho positivo no 1º semestre de 2016 em relação a 2015. De acordo com a ABICAB - Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados -, as indústrias produziram 246,4 mil toneladas de janeiro a junho de 2016 um aumento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o volume foi de 236,2 mil toneladas. "Os números do semestre são mais animadores. Obtivemos um crescimento de 15,6% no mercado externo. Quanto à importação, foi impactada pela retração do mercado interno, sofrendo declínio de 5,5%", afirma o presidente da ABICAB, Ubiracy Fonseca.Giro News
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06/09/2016
PepsiCo - Gatorade
PepsiCo entra na onda natural e Gatorade agora é orgânico(Bloomberg) -- A PepsiCo está lançando uma versão do Gatorade com certificação orgânica do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês), testando se um produto criado em laboratório com sabores artificiais pode se adaptar ao crescente movimento dos alimentos naturais no país.Após dois anos de pesquisas, a empresa agora está vendendo o G Organic de morango, limão e frutas vermelhas em alguns supermercados Kroger, disse Brett O'Brien, vice-presidente sênior e gerente-geral da Gatorade. A empresa pretende expandir o lançamento para alguns mercados, lojas de produtos naturais e lojas de conveniência nas próximas semanas. O preço sugerido para a venda das novas bebidas é de US$ 1,69 por uma garrafa de 480 ml, US$ 0,50 a mais que o Gatorade Thirst Quencher, o equivalente sem certificação orgânica.O Gatorade, que controla 70% do mercado de bebidas esportivas, está enfrentando uma pressão maior de novos concorrentes, como a água de coco, porque os consumidores estão mais concentrados do que nunca nos ingredientes. As vendas do setor de alimentos orgânicos nos EUA chegaram a US$ 43,3 bilhões em 2015, 11% a mais que no ano anterior, e as vendas do setor de alimentos como um todo avançaram 3%, de acordo com a Organic Trade Association."Escutamos em alto e bom som nos vestuários e em nosso trabalho com nutricionistas que há um interesse e um desejo entre os atletas de consumir produtos orgânicos", disse O'Brien em uma entrevista. "Em torno de 10% a 12% dos atletas dizem que estão interessados em comprar produtos orgânicos".Para ser considerado orgânico, o novo Gatorade teve que se livrar de ingredientes artificiais e a PepsiCo precisou aperfeiçoar o processo de fabricação. Cada uma das etapas foi aprovada pelo USDA, a fim de garantir que os produtos orgânicos sejam mais naturais e menos prejudiciais ao meio ambiente.Mas o lançamento do G Organic tem seus riscos. A PepsiCo foi criticada recentemente após a troca do adoçante usado na Diet Pepsi, o que obrigou a empresa a relançar uma versão com aspartame menos de um ano depois de retirá-la do mercado. Embora a empresa não esteja modificando os ingredientes do produto que é seu carro chefe, como a PepsiCo fez com a Diet Pepsi, uma ampliação da marca Gatorade -- que já inclui o G2, de baixa caloria -- poderia confundir os consumidores."Como eles podem se concentrar na possibilidade de modificar os ingredientes sem alterar o sabor, está é uma situação que beneficia a todos", disse Adam Fleck, analista de bebidas da Morningstar. "Mas é preciso tomar muito cuidado para não excluir os clientes atuais na tentativa de atrair clientes antigos que abandoaram a marca ou um público novo".O G Organic, que contém sete ingredientes, é a primeira bebida esportiva grande a atender aos consumidores de alimentos e bebidas que buscam produtos com menos ingredientes e componentes mais naturais.Bloomberg
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01/09/2016
FISA 2016 - Agradecemos sua presença.
Obrigado pela sua visita em nosso stand."Para irmos mais longe, precisamos de alguém em quem possamos confiar".
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19/08/2016
Contagem regressiva ! Fisa 2016
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17/08/2016
Vitamina C (Ácido Ascórbico)
Confira matéria publicada na Revista Aditivos e Ingredientes da Editora Insumos.
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20/07/2016
Prepare o bolso: leite deve continuar caro nos próximos meses
A alta de preços dos principais produtos que fazem parte da alimentação do brasileiro está surpreendendo muitos consumidores. Após a crise de abastecimento do feijão, cujo preço subiu 41,78% de maio a junho deste ano, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), agora é a vez do leite pesar no orçamento do brasileiro. No mês passado, o litro do leite longa vida ficou 10,16% mais caro, de acordo com o IPCA. Atualmente o produto é vendido por mais de R$ 4 reais no varejo.De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), é possível que o leite fique ainda mais caro e não há previsão de retorno para o patamar de preços que o brasileiro conhece, em torno de R$ 2 por litro. ?Quando a oferta de leite aumentar por causa das chuvas, em setembro ou outubro, o preço do produto no varejo pode cair, mas ainda deve continuar em patamares altos, principalmente se comparado com os valores do ano passado?, diz Natalia Salaro Grigol, analista de mercados do Cepea.Os motivos para o encarecimento do leite e de seus derivados estão no campo. As razões são basicamente o clima desfavorável e o aumento de custo da ração animal, que provocaram queda na oferta de leite. Com a crise econômica e a redução de poder de compra do consumidor, a demanda também deve ser pressionada. ?Como o leite está muito caro, existe o movimento de consumidores comprando leite em pó, que tem um rendimento maior. O consumidor vai procurar alternativas para não pagar pelo leite longa vida?, diz Natália.Leite brasileiroA produção brasileira de leite recuou. Segundo o IBGE, no 1º trimestre de 2016 a aquisição de leite cru feita pelos laticínios foi de um total de 5,86 bilhões de litros. Esse número representa um recuo de 6,8% em relação ao quatro trimestre do ano passado e queda de 4,5% se comparado com o 1º trimestre de 2015.Com a redução da oferta de leite, o preço pago ao produtor avançou. A cotação registrou recorde de R$ 1,2165 por litro em junho de 2016, alta de 5,14% em relação ao preço de maio e 18% maior que a cotação registrada em junho de 2015. Mesmo assim, a margem de lucro do produtor não avançou devido ao encarecimento da alimentação animal. ?Como 2015 foi muito difícil, com o custo de produção já elevado e baixo preço pago pela matéria-prima, os produtores tiveram um rombo no orçamento?, diz a analista do Cepea. ?Muita gente que poderia estar lucrando está se refazendo ou tapando o buraco do ano passado.?Por que a produção de leite caiu?O ano de 2015 foi de crise para a pecuária leiteira então muitos produtores migraram da produção de leite para outros negócios, com redução do número de vacas leiteiras e investimento em gado de corte, para a produção de carne bovina, ou investimento na agricultura. Com isso, a produção de leite está recuando. ?Essa transição para a bovinocultura de corte impacta a produção leiteira?, diz Natália. ?E tem um movimento atual de abate de vacas que pode refletir na próxima safra [de leite].?Além disso, o clima foi um vilão para a pecuária leiteira. Muitas regiões produtoras sofreram com uma seca severa que prejudicou as pastagens. Com isso, os animais tiveram a alimentação comprometida e consequentemente registraram menor produção de leite. Além de pastar, as vacas também se alimentam de ração, que tem como principais ingredientes a soja e o milho. O problema é que a seca também prejudicou as lavouras desses grãos, a produção caiu e os preços da soja e do milho também estão caros. Esse cenário dificultou a vida do pecuarista, que teve que gastar mais para alimentar as vacas leiteiras. ?Muito provavelmente os grãos vão continuar valorizados?, afirma Natália. ?A queda na produção do milho ainda vai impactar na produção de leite.?Derivados do leiteO mercado de produtos derivados, como queijos e iogurtes, também sofrem com a redução da oferta de leite. Segundo o Cepea, o quilo da muçarela no atacado subiu cerca de 30% no acumulado deste ano e chegou a R$ 18,32. ?Para produzir um quilo de muçarela, a indústria precisa de 8 a 10 litros de leite. Com um leite sem qualidade, a indústria vai precisar de 15 litros?, diz Natália.Segundo o IPCA de junho, todos os produtos derivados do leite registraram alta. A manteiga encareceu 6,35%, o preço do leite condensado subiu 3,08%, o do leite em pó 2,60% e o queijo está 1,85% mais caro, enquanto o creme de leite, iogurte e bebidas lácteas tiveram uma valorização abaixo de 1%. ?Se o preço estiver acessível, os consumidores vão comprar manteiga. Se eles perdem o poder de compra, vão comprar margarina. O setor de lácteos tem uma demanda não fidelizada, então o poder de compra do brasileiro vai decidir o crescimento da cadeia?, afirma Natália.Produção brasileira e o mercado internacionalO Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de produção de leite. Porém, o setor leiteiro sofre com a falta de investimentos, baixa produtividade e problemas de qualidade da matéria-prima. O Brasil tem uma produtividade média de 4,5 litros de leite por vaca por dia. Na Argentina e no Uruguai, por exemplo, a média diária é de 12 litros por vaca. Na Europa, esses números chegam a 18 litros por vaca por dia. ?Os índices zootécnicos são tão baixos porque em muitas regiões os pecuaristas não têm conhecimento sobre manejo de pastagem, cultivo de forrageira, genética do rebanho e produção especializada?, diz a analista.Historicamente, o Brasil é um País importador de leite e exporta pouco. Segundo a analista do Cepea, é possível crescer na cadeia de lácteos, mas será necessário melhorar muito a qualidade do leite. ?Atualmente, a qualidade é um entrave para o Brasil passar para a condição de exportador?, afirma Natália.Para Marcelo Martins, diretor executivo da Viva Lácteos (Associação Brasileira de Laticínios), o setor lácteo brasileiro vive um momento de baixa oferta e consequente queda no volume de exportações. Porém, ele acredita que a abertura do mercado externo é a aposta do setor para recuperar o déficit da balança comercial. ?Há a necessidade de se manter o trabalho de promoção dos lácteos para quando as condições externas estiverem favoráveis e o setor não encontrar impeditivos para as exportações?, diz Martins.Em 2016, o foco da Viva Lácteos está no trabalho de acesso à mercados e a promoção comercial para a exportação. Segundo Martins, alguns resultados já foram observados em 2015. ?O mercado Russo está se consolidando e há a expectativa de habilitação de empresas para a China. Este país representa 9% das importações mundiais de manteiga; 3% de queijo e 21% de leite em pó?, afirma o diretor-executivo. O México também poderá ser uma importante oportunidade para este ano, dependendo do andamento das negociações tarifárias constantes no Acordo de Complementação Econômica (ACE 53).Fonte: Datamark
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18/07/2016
Setor de Chocolates Registra Estabilidade
De acordo com levantamento realizado pela ABICAB (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), após período de queda, o setor de chocolates registra estabilidade no primeiro trimestre. As indústrias produziram 128,3 mil toneladas de janeiro a março de 2016. No mesmo período do ano passado, o volume foi de 129 mil toneladas. "A estabilidade é um passo importante para o setor diante do cenário que estamos enfrentando, porém a recuperação das indústrias ainda exige muitos esforços, já que há o impacto do aumento de vários insumos e a demanda ainda está menor do que seria normal", afirma o presidente da ABICAB, Ubiracy FonsecaFonte: Giro News
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18/07/2016
Sorvetes impulsionam vendas da cesta de supérfluos
Apesar da crise econômica, o consumo de sorvete teve pequena elevação nos últimos 12 meses até março de 2016, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O volume comercializado subiu 2,2%no período e houve aumento de 4,2% no faturamento do setor. A penetração nos lares brasileiros cresceu (3%) e chegou a 48,6% dos domicílios. Ou seja, quase metade dos lares do País levou a sobremesa para casa. As informações são da Kantar Worldpanel. O desempenho positivo nas vendas da categoria reduziu o impacto da retração econômica no consumo de supérfluos (cesta de indulgências).Já as regiões Sul e Interior de São Paulo tiveram retração no consumo do produto, respectivamente, de 1,7% e 2,6%. Entre os sabores preferidos, o napolitano é o ?queridinho? dos brasileiros, contribuindo 2,7% em volume.Os brasileiros compraram menos itens supérfluos no período analisado ? a redução no volume foi de 2,5%. Já o faturamento subiu 3,6%, o que demonstra que a quantidade comprada foi menor, mas o consumidor optou por itens mais caros. A cesta de indulgência é composta por sobremesa pronta, biscoitos, achocolatado em pó, salgadinho, sorvete, creme de leite, sobremesa em pó, bolo pronto, lanche pronto, empanados, leite condensado, salgadinhos congelados, sobremesa láctea, chocolate culinário e batata congelada.Fonte: Supermercado Moderno
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08/07/2016
Alimentos passam a ter de listar ingredientes alergênicos nos rótulos.
Os rótulos dos alimentos passam a ter de sair da fábrica com informação sobre ingredientes alergênicos a partir deste domingo (3). São 17 os itens a serem listados, como trigo, crustáceos, leite e nozes. A decisão partiu da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda em 2015 e foi reforçada no início de junho.Aprovada em junho do ano passado, a resolução obriga a indústria alimentícia a informar nas embalagens dos produtos se há presença dos principais alimentos que causam alergias alimentares. O regulamento abrange tanto alimentos e quanto bebidas, ingredientes e aditivos.Os rótulos dos produtos fabricados a partir de agora deverão deverão informar se os alimentos possuem alguns dos seguintes alimentos: trigo (centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas); crustáceos; ovos; peixes; amendoim; soja; leite de todos os mamíferos; amêndoa; avelã; castanha de caju; castanha do Pará; macadâmia; nozes; pecã; pistaches; pinoli; castanhas, além de látex natural.Os derivados desses produtos deverão trazer na embalagem as seguintes informações:- Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares);- Alérgicos: Contém derivados de (nomes comuns dos alimentos que causam alergias);- Alérgicos: Contém (nomes comuns dos alimentos que causam alergias alimentares) e derivados.A Anvisa determinou também a forma de dispor esses dados. Os detalhes sobre alergênicos deverão ser exibidos logo abaixo da lista de ingredientes. Além disso, as palavras têm de estar em caixa alta, em negrito e com cor diferente do rótulo. A letra não pode ser menor do que a da lista de ingredientes.Os fabricantes tiveram um ano para adequar as embalagens às novas regras. Os produtos fabricados até o fim do prazo de adequação, este sábado (2), poderão ser comercializados até o fim do prazo de validade.Segundo o diretor-relator da matéria, Renato Porto, a demanda nasceu ?fortemente da sociedade?, o que fez com que toda a diretoria votasse unilateralmente pela regulamentação.?A sociedade pode agora ter certeza que terá rótulos de produtos muito mais adequados, que vão dar a possibilidade do consumidor de escolher adequadamente seus produtos, dado que a melhor maneira de se prevenir [de uma crise alérgica] é evitando o consumo?, explicou.Segundo a Anvisa, no Brasil, de 6% a 8% das crianças de 6 a 8 anos sofrem de algum tipo de alergia.Fonte: Datamark
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08/07/2016
Lacta lança chocolates com recheio de biscoito Oreo e bombom Sonho de Valsa.
A fabricante Lacta anunciou o lançamento de três novos produtos. Dois são tabletes de chocolate ao leite: um com recheio cremoso de biscoito Oreo e outro, com bombom Sonho de Valsa. O outro é um tablete de chocolate branco Laka com Oreo.Os tabletes ao leite com Oreo e Sonho de valsa têm 41 gramas e preço sugerido de R$ 2,99, segundo a fabricante.Já o Laka com Oreo é menor, de 20 gramas, e preço sugerido de R$ 1,85. Segundo a empresa, esse formato menor, chamado de "tabletinho", já é vendido nos sabores Diamante Negro, Laka, Shot e Lacta ao Leite.Todas as marcas pertencem ao mesmo grupo.Fundada em 1912, a Lacta foi comprada pela Kraft Foods em 1996. Em 2012, ela se dividiu em duas companhias independentes --a parte responsável pelas guloseimas passou a se chamar Mondel?z International, enquanto os produtos processados, como queijos e massas, ficaram sob o comando da Kraft.Em 2000, o grupo Kraft Foods adquiriu a Nabisco. Em 2010, comprou a britânica Cadbury.Fonte: UOL
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04/07/2016
Visite-nos na Food Ingredients 2016
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30/06/2016
Plury Química é destaque na Revista Aditivos & Ingredientes - Vencedor Melhor Perfil Empresarial
Confira abaixo matéria divulgada pela Revista Aditivos e Ingredientes referente ao primeiro lugar na votação de Melhor Perfil Empresarial.
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28/06/2016
Plury Química vencedora do Perfil Corporativo 2016 da Revista Aditivos e Ingredientes.
É com grande orgulho que informamos nossos clientes, parceiros e colaboradores que fomos o Perfil Corporativo mais votado da revista Aditivos e Ingredientes. Agradecemos pelo reconhecimento da nossa parceria, qualidade e evolução.Confira votação: Clique aqui.
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24/06/2016
Food Ingredients South America (FISA) apresenta inovações para o mercado de alimentação saudável
Único encontro latino-americano focado na indústria de ingredientes alimentícios, a Food ingredients South America (FiSA) também terá expositores com as soluções mais inovadoras para desenvolver alimentos e bebidas com apelo saudável, por serem fortificados ou funcionais, sem glúten ou lactose. O evento acontece de 23 a 25 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, e reúne mais de 10.500 profissionais da indústria alimentícia.Na contramão da recessão econômica, o mercado de alimentação saudável vive um período de prosperidade ímpar no País. Entre 2010 e 2015, as vendas deste tipo de produto praticamente dobraram, com um aumento de 98%. Segundo dados da Euromonitor, fornecedora oficial de pesquisas de mercado da UBM, o Brasil é o quinto maior deste segmento do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, da China, do Japão e do Reino Unido. Internacionalmente, a estimativa é que as vendas globais desses produtos chegaram a US$ 726 bilhões em 2015, o que representaria um aumento de 18% em relação a 2010. Os principais players nacionais do segmento de ingredientes saudáveis estarão na FiSA e o público entrará em contato com tendências e inovações que estarão nas prateleiras nos próximos anos.Visto que há uma crescente população em processo de envelhecimento no mundo, o escopo de oportunidades para as empresas dedicadas aos produtos de saúde e bem-estar é imenso. De acordo com a Euromonitor, até 2030, 12% da população mundial ? estimada em 998 milhões de pessoas ? terá mais de 65 anos de idade; em 2015, o mundo tinha 604 milhões de idosos. A consultoria estima que o montante global em vendas de alimentos e bebidas para ossos e articulações, por exemplo, chegou a US$ 16 bilhões em 2015. E a expectativa é que essa cifra aumente.Em paralelo à FiSA, acontece também a innovapack, única feira da América Latina com foco em design, tendências e inovação de embalagem final para a indústria de alimentos e bebidas. A forte participação internacional nas feiras é um dos principais destaques. Em 2015, representantes de 42 países estiveram presentes (56% da América Latina) e em contato com 700 marcas expositoras.Serviço:Food ingredients South AmericaDe 23 a 25 de agosto de 2016, das 13h às 20hLocal: Transamerica Expo CenterAv. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 ? Santo Amaro ? São Paulo (SP)Site: fi-events.com.brO credenciamento, online e gratuito, já está disponível. No local, a partir do primeiro dia de feira, o acesso terá custo de R$ 50.Sobre a FiSAA Food ingredients South America, que está na 20ª edição, é o único evento focado em ingredientes alimentícios da América Latina. A Feira reúne a cada edição cerca de 10.500 profissionais qualificados, nacionais e internacionais, de 42 países.Fonte: Portal Aditivos & Ingredientes
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23/06/2016
Ambev, Coca-Cola e Pepsico Brasil anunciam mudança no portfólio de bebidas para escolas em todo país.
A obesidade é um problema complexo, causado por muitos fatores, e as empresas de bebidas reconhecem seu papel de ser parte da solução. A partir de agosto, a Coca-Cola Brasil, a Ambev e a PepsiCo Brasil vão ajustar o portfólio de bebidas vendidas diretamente às cantinas de escolas no país. A principal mudança é que as empresas venderão às escolas para crianças de até 12 anos (ou com maioria de crianças de até essa idade) apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos. O novo portfólio tem como referência diretrizes de associações internacionais de bebidas. Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências.No momento do recreio, os alunos têm acesso às cantinas escolares sem a orientação e a companhia de pais e responsáveis, e crianças abaixo de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo. Coca-Cola Brasil, Ambev e PepsiCo Brasil entendem que devem auxiliar os pais ou responsáveis a moldar um ambiente em escolas que facilite escolhas mais adequadas para crianças em idade escolar, assim como estimular a hidratação e a nutrição, contribuindo para uma alimentação mais equilibrada.A escolha do portfólio no Brasil também foi baseada em conversas com especialistas em saúde pública, alimentação e nutrição, além de profissionais e instituições ligadas aos direitos das crianças. A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. Em relação às demais, aquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo), haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes por meio da qual todos serão convidados a se unir à iniciativa.As três companhias também estão trabalhando com a ABIR (Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas) para que essas diretrizes de venda de bebidas a escolas sejam um compromisso de todo o setor.Sobre a Ambev?Ser a melhor empresa de bebidas, unindo as pessoas por um mundo melhor?. Esta é a visão da Ambev, empresa de capital aberto, sediada em São Paulo, no Brasil, com operações em 19 países das Américas (Argentina, Brasil, Bolívia, Barbados, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Nicarágua, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai, Dominica, Antigua e St. Vincent).Dona de um portfólio de "estrelas" como Antarctica, Brahma, Bohemia, Budweiser, Skol, Original, Stella Artois; os refrigerantes Guaraná Antarctica, Soda, Pepsi, Sukita, Antarctica Citrus e H2OH!; o isotônico Gatorade e o chá Lipton, além do energético Fusion e da Brahma 0,0%, totalmente sem álcool, a Ambev é líder no ranking das cervejarias na América Latina.Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, a Ambev tem em seus funcionários ? mais de 32 mil só no Brasil ? sua maior fortaleza. Por isso, investe continuamente no desenvolvimento e sucesso de sua Gente, que é incentivada a se sentir dona da companhia e pensar grande.Pioneira, a companhia desenvolve o Programa Ambev de Consumo Responsável desde 2003, fazendo campanhas de conscientização sobre o uso indevido do álcool, norteada pelas premissas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre seus principais projetos estão o Papo em Família, o Na Responsa! e, em parceria com a CervBrasil, o Cidade Responsável. Todos voltados a evitar o consumo de álcool por menores de idade, em excesso e associado à direção.Referência em práticas ambientais, a Ambev criou o Movimento CYAN ? Quem vê água enxerga seu valor (), uma ampla iniciativa de mobilização e conscientização da sociedade para o uso racional desse recurso natural. Um dos principais destaques de maior impacto do Movimento é o Projeto Bacias, que atua em conjunto com as ONGs WWF e The Nature Conservancy para preservar bacias hidrográficas. E, para estimular a reciclagem de resíduos pós-consumo, a companhia desenvolve inúmeras ações por meio do Ambev Recicla.Sobre a Coca-Cola BrasilO Sistema Coca-Cola Brasil é o maior produtor de bebidas não alcoólicas do país e atua em cinco segmentos ? águas, chás, refrigerantes, néctares e bebidas esportivas ? com uma linha de mais de 125 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria. Composto por 10 grupos parceiros de fabricantes, o Sistema emprega diretamente 66 mil funcionários, gerando cerca de 600 mil empregos indiretos. Em 2015, o total investido na operação no Brasil foi de R$ 2,7 bilhões, reforçando a continuidade do compromisso da Coca-Cola Brasil com o país: entre 2012 e 2016, terão sido investidos R$ 14,1 bilhões, valor 50% superior ao dos cinco anos anteriores. O Sistema Coca-Cola Brasil está empenhado em incentivar iniciativas que melhorem o desenvolvimento econômico e social das comunidades em que opera. Para isso, conta com uma plataforma de valor compartilhado, o Coletivo Coca-Cola, que já impactou a vida de mais de 100 mil pessoas por meio de toda a cadeia de valor da empresa.Sobre a PepsiCoOs produtos da PepsiCo são apreciados pelos consumidores mais de um bilhão de vezes por dia em mais de 200 países e territórios ao redor do mundo. Com receita líquida de mais de US$ 63 bilhões em 2015, impulsionada por um portfólio complementar de alimentos e bebidas, que inclui as marcas FRITO ? LAY®, GATORADE®, PEPSI-COLA®, QUAKER® e TROPICANA®, a companhia possui 22 marcas que geram mais de US$ 1 bilhão cada em vendas estimadas anualmente no varejo.No Brasil desde 1953, a PepsiCo é uma das principais empresas de alimentos e bebidas do país e atua no mercado por meio de marcas preferidas e reconhecidas como QUAKER® (cereais, barras de cereais e biscoitos), TODDY® (achocolatado em pó, achocolatado pronto para beber e biscoitos), MÁGICO® (achocolatado em pó), TODDYNHO® (achocolatado pronto para beber),ELMA CHIPS® (pipoca, amendoins, snacks a base de trigo), LUCKY®, TORCIDA®, RUFFLES®, DORITOS®, CHEETOS®, FANDANGOS®e FOFURA®(snacks), EQLIBRI? e MABEL® (biscoitos), GATORADE® (bebidas esportivas), LIPTON® Ice Tea (chá pronto, em parceria com a Unilever), KERO COCO® e TROP COCO® (água de coco), H2OH!®, MOUNTAIN DEW® e PEPSI-COLA® (bebidas com gás), e DRINKFINITY® (sistema de bebidas portátil e pessoal).A companhia conta com 15 plantas e cerca de 100 filiais de vendas localizadas em todo território brasileiro e com o talento de mais de 13 mil funcionários. Desde 1997, a empresa mantém estreita parceria com a Ambev ? Companhia de Bebidas das Américas ? para a produção, comercialização e distribuição de PEPSI®, H2OH!®, GATORADE®, LIPTON® Ice Tea e MOUNTAIN DEW®, aos mais de um milhão de pontos de venda pelo país.No coração da PepsiCo está a Performance com Propósito - nosso objetivo de entregar uma performance financeira ainda melhor e, ao mesmo tempo, criar um crescimento sustentável e valor para os acionistas. Na prática, a Performance com Propósito significa fornecer uma ampla gama de alimentos e bebidas que vão desde os produtos mais saborosos até os mais saudáveis; encontrar formas inovadoras para minimizar nosso impacto no meio ambiente e reduzir os custos operacionais; proporcionar um ambiente de trabalho seguro e inclusivo para nossos funcionários a nível mundial; e respeitar, apoiar e investir nas comunidades onde atuamos.Fonte: Portal Aditivos & Ingredientes
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01/04/2016
Iso: 9001-2008
ISO 9001A ISO 9001-2008 chega às empresas para melhorar o processo suprindo assim as necessidades do cliente com a qualidade, quantidade e prazo de entrega, a ISO 9001 quando implantada, traz a garantia da qualidade interna e externa para as empresas.Visualizar: Clique aqui
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29/02/2016
Alibra é destaque em inovação no setor de alimentos
A Alibra, fornecedora de ingredientes e misturas alimentícias em pó para o mercado de alimentos e de bebidas, ganha destaque no mercado graças à busca constante por inovação. A empresa 100% nacional, com 16 anos de atuação e com fábricas em Campinas-SP e Marechal Cândido Rondon-PR, possui em seu portfólio mais de 600 ingredientes utilizados na fabricação de produtos industrializados tais como: sorvetes, pães, biscoitos, chocolates, laticínios, pizzas, molhos etc. Seus clientes vão desde pequenas e médias empresas até grandes corporações nacionais e multinacionais.Além dos produtos destinados à indústria, a Alibra possui uma linha Varejo que inclui achocolatados, farinha láctea, mingaus e compostos lácteos, comercializada em supermercados, atacados e montadoras de cestas básicas. A empresa conta também com a Linha Food Service composta por ingredientes para uso em restaurantes, cozinhas industriais e refeições coletivas.Pesquisa & DesenvolvimentoPelo menos 1% do faturamento da Alibra é investido por ano em atividades de P&D, em desenvolvimento de produtos, compra de equipamentos e montagem de laboratórios. São dois centros de pesquisa e desenvolvimento nas fábricas da Alibra, com total de 10 funcionários e os projetos não param. ?Em nossos laboratórios não fazemos pesquisa pura, mas desenvolvemos soluções sob medida, para atender às necessidades de aplicação de cada cliente, inclusive neste ano lançaremos um novo produto para o mercado Food Service?, explica o diretor-executivo Roberto Stefanini, sócio-fundador da Alibra e responsável pela área de P&D.Entre as ações inovadoras e pioneiras da Alibra mais recentes podemos destacar o desenvolvimento do primeiro óleo em pó do país, produto rico em ácidos graxos essenciais, e a elaboração de uma linha de ingredientes para sorvetes fortificados, formulados com ferro e vitamina C, cujo lote experimental foi lançado no Dia do Sorvete (23 de setembro).Temos 900 clientes pelo Brasil e apostamos na inovação para nos diferenciar. Buscamos constantemente desenvolver produtos com alto valor tecnológico, diz o diretor-presidente da Alibra, Humberto Salvador Afonso.O ano passado também foi marcado pela aquisição da Genkor, especializada na fabricação de ingredientes (corantes, estabilizantes, espessantes, emulsificantes), que se tornou uma unidade de negócios da Alibra. A compra faz parte de um investimento de R$ 23 milhões da empresa para diversificar sua atuação e fortalecer sua presença no mercado.As duas empresas tinham produtos complementares e algumas parcerias em atividades das áreas técnicas e comerciais. Sempre existiu o desejo de realizar a fusão e havia boas perspectivas com a incorporação?, diz o diretor-presidente. A Genkor e a Alibra integram o mesmo conglomerado, o Grupo Káiros, formado por 10 empresas do setor alimentício.Fonte: Aditivos e Ingredientes
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29/02/2016
Halter apresenta balas sem açúcar que trazem benefícios ao corpo
Marca reuniu mix de vitaminas que proporcionam energia, relaxamento e frescorhalter2Cada vez mais os consumidores estão em busca de um estilo de vida mais saudável e, além do sabor, as pessoas querem alimentos que proporcionam saúde e bem-estar. Diante deste cenário, a indústria de alimentos tem o desafio de investir em opções saudáveis e naturais. Atenta a essas tendências, a Gourmand Alimentos traz ao mercado brasileiro os novos sabores das famosas balas suíças sem açúcar Halter.Com três novas versões: Energy, Relax e Fresh, todas elas sem açúcar em sua composição, as balas Halter são aprovadas pela Odontologia Européia e contêm o símbolo ?Tooth Friendly? (Amigo dos Dentes).Halter Energy ? A junção de Goji Berry (famosa frutinha asiática que contém inúmeros benefícios) com morango, framboesa e amora é uma explosão de vitaminas que dá energia ao corpo.Halter Relax ? Com sabor delicado, reúne maracujá e aloe vera, além de colágeno e vitaminas que proporcionam sensação de relaxamento e acalmam o sistema nervoso.Halter Fresh ? A versão de limão e chá verde também é composta por óleo de menta e vitaminas. O delicioso mix refresca e revigora.Com embalagens compactas ? que cabem na bolsa e até no bolso, facilitando o transporte ? as delícias estão sempre à mão e podem ser consumidas em qualquer lugar.Fonte: Alimentos e Bebidas
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29/02/2016
Magro lança conceito "Eu escolho ser saudável" e destaca sal e açúcar light
Baseada no conceito "Eu escolho ser saudável", a Magro, marca da Lightsweet, oferece diversos produtos para consumidores que optam por uma alimentação mais equilibrada, com ingestão reduzida de sódio e açúcar. Para esse público que busca qualidade de vida, pratica esportes e se preocupa com a saúde, a empresa destaca em seu portfólio o Sal Light Magro e o Açúcar Light Magro que podem sem utilizados no preparo de receitas doces e salgadas sem alterar o sabor dos alimentos.Com redução de 70% de sódio, o Sal Light Magro auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares e no controle da pressão arterial. Oferecido em embalagem de 500 gramas, é o único no segmento com diminuição considerável de sódio. Além disso, não contém glúten, é iodado e fonte de potássio.Outra opção quem que busca uma dieta equilibrada é o Açúcar Light Magro, único do mercado com 80% menos calorias. Aprovado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia-SBC, combina em sua formulação açúcar mais adoçantes, o que o torna 5 x mais doce em relação ao açúcar comum. Além do dulçor proporcionado às receitas e bebidas, a pessoa que optar pelo produto consome menos açúcar por porção, reduzindo em 80% as calorias das preparações adoçadas com este açúcar, o que auxilia ainda na prevenção do diabetes e de doenças relacionadas ao coração.Disponível em embalagem com 500 gramas, o Açúcar Light Magro pode ser usado para adoçar café, sucos e também no preparo de bolos, tortas, pães e diversas sobremesas, sendo que uma colher do produto equivale a cinco de açúcar tradicional.Tanto o Sal Light quanto o Açúcar Light Magro podem ser encontrados em redes supermercadistas, lojas especializadas em produtos naturais, panificadoras e empórios de todo país.Fonte: Aditivos e Ingredientes
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29/02/2016
Óleos Vegetais Mercado de Azeite Cresce 2,6%
Segundo dados divulgados pela consultoria Nielsen, em 2015 as vendas de azeite no Brasil cresceram 2,6% em volume, com 56,8 milhões de litros, com preço médio de venda a R$ 26 por litro. Na avaliação da empresa, a categoria representa 4,8% do mercado total de óleos vegetais, que cresceu 1% em volume no ano passado e 3,8% em receita. Segundo a Nielsen, apesar do ritmo crescente, nota-se uma desaceleração dos azeites, na comparação 2015-2014. Além disso, houve também uma perceptível alta na elevação dos preços, apesar de ainda abaixo da inflação.Fonte: Datamark
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29/01/2016
Supermercados Esperam Crescer 8% na Páscoa
Os supermercadistas paulistas esperam um crescimento nominal de 8% nas vendas de produtos de Páscoa, se comparadas ao mesmo período de 2015, de acordo com a Apas. Em termos reais haverá queda nas vendas, já que a inflação do período está em torno de 11%. Segundo o gerente de Economia e Pesquisa da APAS, Rodrigo Mariano, é esperado um aumento de 12% nas vendas de chocolates. "Com a inflação elevada ao longo de 2015, os preços de ovos de Páscoa podem levar mais consumidores a procurar outras opções de chocolates. Isto por um lado favorece a venda de chocolates em geral, mas deve prejudicar as vendas de ovos", comenta. Estratégia Rodrigo explica que, diante deste cenário, a indústria busca estratégias para ajudar nas vendas, e uma delas é a produção de ovos menores, reduzindo o preço do produto e os tornando acessíveis. Os preços devem ter reajustes em torno de 15%, e isso ocorre por diversos fatores, entre eles a variação do dólar e o preço do açúcar que aumentou ao longo dos últimos meses. Ainda de acordo associação, ao longo dos últimos 3 anos a média de incremento no número de postos de trabalho nesta época do ano é de 1.800 colaboradores. No entanto, a expectativa de novas vagas de trabalho para 2016 está em torno de 1.200.Fonte: Datamark
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